Síndrome de Estocolmo: O que é e como tratar

Síndrome de Estocolmo

A Síndrome de Estocolmo é um estado psicológico onde a pessoa, submetida a situações de intimidação, medo, tensão e até agressões, desenvolve empatia e até sentimentos de amor e amizade pelo seu agressor.

Esse afeto surge como um mecanismo de sobrevivência, no qual a vítima inconscientemente acredita que precisa seguir as regras impostas pelo agressor para sair da situação da maneira menos dolorosa possível.

Casos comuns de Síndrome de Estocolmo ocorrem em sequestros, assaltos prolongados, agressões domésticas, entre outras situações em que há uma relação de vítima e agressor.

Mas, como tratar alguém que passou por essa experiência e agora acredita que o agressor é uma pessoa boa? É crucial a consulta com um médico especializado ou psicólogo para desenvolver uma estratégia que permita à pessoa superar esse estado psicológico.

A intervenção de profissionais da saúde é essencial, e o carinho e o amor verdadeiro da família também têm grande importância. Transmitir compreensão e confiança é fundamental para que a vítima não veja a ajuda como algo ameaçador.

Além disso, o tratamento deve ser gradual e envolver acompanhamento psicológico contínuo.

COMO SURGIU O NOME?

O nome "Síndrome de Estocolmo" surgiu após um incidente ocorrido em 1973, em Estocolmo, Suécia. Durante um assalto a banco, dois criminosos mantiveram quatro funcionários como reféns por seis dias.

Quando a polícia finalmente conseguiu libertar os reféns, eles recusaram a ajuda das autoridades, protegendo os criminosos com seus próprios corpos, o que gerou uma análise sobre o vínculo que se formou entre vítimas e agressores durante o período de cativeiro.

Nenhum comentário

Tecnologia do Blogger.