República Nova e Estado Novo (1930-1945) - História do RS

República Nova e Estado Novo (1930-1945) 🏛️⚖️

Getúlio Vargas

No período que Vargas dispôs do poder, pouco foi feito de investimento concreto no estado gaúcho, a economia continuava sendo de base agropecuária.

A partir de 1930 a história do Rio Grande do Sul tem uma proximidade bastante grande com a história do resto do país, pois todo o país tentava caminhar numa direção em comum, mesmo que imposta.

⚔️ A Revolução Constitucionalista de 1932

  • Em 1932, São Paulo inicia um movimento armado, uma luta pela constitucionalidade do governo de Vargas e a necessidade de fazer uma nova constituição.
  • Neste ponto os líderes já se dividem, sendo Borges abertamente contra Getúlio Vargas.
  • O governador do período era Flores da Cunha, que pensa duas vezes antes de tomar posição, posteriormente apóia Vargas e manda tropas da Brigada Militar e Corpos provisórios a lutar fora do Estado.

1934

Após a constituinte, inicia-se um processo de crescimento dos movimentos de esquerda e principalmente de direita com a Ação Integralista do Brasil de Plínio Salgado.

1937

Tudo isto caiu quando da emergência do Estado Novo em 1937.

🛡️ O Estado Novo no Rio Grande do Sul

Vargas juntamente com o exército, inicia um regime de força, centralizado disposto a transformar e industrializar o país. As consequências de sua política para o Rio Grande do Sul são várias:

  • Primeiramente a intervenção federal. O governo de Vargas indica para governador no Rio Grande do Sul o Gen. Daltro Filho.
  • Teve como uma das primeiras missões desestabilizar e desarmar a Brigada Militar e os Corpos provisórios.
  • Para que as ordens fossem cumpridas, tropas do exército estacionaram em Porto Alegre, provindas de outras regiões e na divisa com Santa Catarina.
  • Como não concordou com a política de Vargas e para evitar a violência, Flores da Cunha foi para o Uruguai.

🚨 A Campanha de Nacionalização

Após Daltro Filho o Coronel Cordeiro de Farias é nomeado interventor, tendo no seu plano de governo a campanha nacionalista que junto a interesses internos nos estados vão intervir nas zonas coloniais.

  • A política de nacionalização leva o terror aos Teutos e Italianos, através da repressão político-policial feita pelo Departamento de Ordem Social e Política (DOPS) e Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP).
  • A campanha nacionalista fechou todas as escolas de língua alemã, e italiana em menor número, substituindo por escolas de língua portuguesa.
  • Sob o comando de Aurélio Py e Plínio Brasil Milano a polícia cometeu atrocidades, principalmente após 1942.

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